... "Alexandre" ...Rolam lágrimas de dor.Clamam por esperança...viver um amor que perdure na rocha da vida.Sentir o vibrar do céu.Sentir que os rios correm para o mar.E que o sol depois de uma trovoada continua a brilhar.Só pergunto para onde vai a águia que mora em mim?...
Livro "Quimeras Desconcertantes"
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
E a perdurar seus traços em cada meu respirar...
E os caminhos cruzam-se como por magia...
Olho no teu olhar...
Olho no teu rosto...
Olho nos teus lábios...
Aproximo-me lentamente de ti... desconhecidamente conhecida...
Como olhando para um abismo de sentimentos pego nas tuas mãos...
Lá fora milhares de pessoas correm à nossa volta...
E não reparam que o tempo para nós acabou de congelar...
Que olhos vidrados num só pensamento estao apoteóticamente à sua frente...
Que algo de importante está prestes a acontecer...
E ninguém se apercebe deste momento...
A não ser nós... Ilustres desconhecidos da multidão...
E quando eu me aproximar da tua face... O teu coração vai disparar e o meu parar...
como se o medo e a coragem se aliassem para o tango mais apaixonado de sempre...
Os lábios, tocam-se ... os corpos estremecem... Os arrepios desmedidos...
E lá fora a correria de sempre no valsar dos lábios...
O olhar brilha, o sol irradia... E o amor desperta...
Em dois breves desconhecidos...
Que por momentos cruzaram seu olhar...
Para na música que pressinto existir eles se envolverem como o cetim se envolve a cama de dorsel...
O olhar doce... O despir dos corpos, a pureza dos sentidos...
E fico eu a olhar... seu despido corpo...
E a perdurar seus traços em cada meu respirar...
Porque não tarda...Voltei a amar
Temporalmente desapareces nas brumas da vida...
Neste móvel ainda sinto a humidade das lágrimas antes de bateres com a porta...
Enquanto viver... Irei pensar em ti... E ver... Que mais que lágrimas a dor que deixas t no meu
coração foi tatuagem brutalmente eterna.
Enquanto eu me levantar e pensar... não estas ali para eu abraçar. nao posso acordar a meio da noite
e simplesmente ter t por perto... só para no cadeirão me sentar... e ver os teus gestos enquanto dormes...
Só para sorrir com um teu sorriso perdido num sonhar que te elevou por momentos...
Esse calor que eu preciso sentir enquanto adormeço... esse sorriso que me fazia brilhar ao acordar...
Tumularmente depositada no meu coração... trevas bruscas deliciam os mais terriveis dos meus sentidos...
E enquanto eu viver... vou procurar... E enquanto eu sentir vou querer SENTIR...
E enquanto eu não amar... eu vou procurar...
porque não tarda... Eu cruzo me contigo na rua... E num breve sorrir direi...
Voltei a amar.
domingo, 24 de agosto de 2008
Vão ao meu hi5, adicionem-me, comentem...
http://icones.sapo.pt
Estou como suplente.
meu hi5
http://domitor.hi5.com
Enlouquentemente puro...
Imortalidade no infinito
A caminho dos Ícones do meu ser...
Em cada pétala que tomba coberta de mentiras e ódios jamais perdoados, em vinganças inabaláveis para a mente humana.
E em cada vez que o senhor das trevas se encosta na minha porta, eu ergo o meu castiçal com vinho rubro de horas mortas e dou vivas a quem por mal quer entrar. Convido-o a pernoitar nos meus húmildes aposentos.
Castelo frio e oco, castelo coberto com as mais finas tapeçarias e os mais belos quadros na minha mente.
O sonho eleva-nos para além destes cortes que cobrem estas paredes de batalhas e corpos que perderam a vida ao som do bater de uma espada...
Agora, eu..., único ser no meu corpo, alma e vida..., olho os céus com o seu raiar de infinito, e caminho por estas pedras de calçada dispersas ao acaso... a caminho dos Ícones do meu ser...
Parece que perco o que nunca tive.
Deixaram-me uma praga... Um feitiço inalterável e cheio de terror... Quero, Desejo, mas perdi a vida.
Quero, encontro e parece que a coisa que mais sinto é um sentimento de profunda perda. Tento analisar o meu intimo o meu ser e todo o meu olhar se prostra no mar...
Será ele o meu conselheiro destas horas Rubras de horas inimagináveis a perder e a sonhar. Porque sou mais do que quero, e menos do que devia ser.
Permaneço inalterado, e as lágrimas correm-me porque eu talvez... Não me conheça já neste sentimento... Não alcance neste todo sentir... Ou se calhar conheço...
E simplesmente é o medo de voltar a sentir e a arriscar... Por onde vou? Não sei... Por aí... Na minha vida de sonhos... Na minha realidade de desejos...
E quando a vida decidir...
Eu estou aqui para viver...
E num retombar virar de página...
Enlouqueces as veias que me aquecem o coração
O sonho irá ser sempre a última fronteira... aquela que está no nosso intimo... E que ultrapassa a agressividade dos homens, e onde não existem fronteiras nem vontades...
Sei por onde vou caminhar... Sei por onde vou andar...
Quero tactear o teu corpo... até aos confins do tempo... e não existe tempo que o molde para deixar de ser a pérola mais bela que hoje me abençoa este meu olhar...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
A uma brisa Lembrar-me de Ti...
Sinto o teu perfume, ele descobre-me as minhas humildes vestes e revela-te todo o brilhar que escondo dos olhares tenebrosos de tempestades...
Não pede ele permissão para profundamente se entranhar na minha pele...
E mesmo que não queira...
A uma breve brisa lembrar-me de ti...
Deito-me neste caminho que percorres... Estou de joelhos... As lágrimas correm para o mar... E os sonhos ficam derrubados na terra que abençoa a tua passagem...
Quería eu ser menos que um anjo... E não andar com asas derrubadas de clamor...
Quería eu ser mais que um Deus... para mudar o mundo e faze-lo vibrar com o fervor do teu estrondoso andar...